PRIORIZANDO O INFINITO (AZUL)
- O Granjeiro

- 12 de jun. de 2018
- 3 min de leitura

Olá, somos a banda OBAIRRONOVO, nos resumimos à musicas tristes, pessoas felizes, poesias reflexivas e atitudes inesperadas, porém, temos falhas previsíveis, e dores bem comuns, em síntese, somos humanos, cujo merecimento, passaria longe.
Pois bem, em primeiro lugar, o que seria o primeiro? Definimos como um simples início onde a sequência, dependeria do mesmo, entretanto, não necessariamente o meu início se da nas origens. De forma exemplificativa, temos uma casa, podemos dar seu início no chão, e seguindo em sequencia encontramos o piso, as paredes, o forro entre os demais componentes superiores, mas deste modo, estaremos desprezando a fundação no solo, e todo o profundo restante que serve como alicerce para que uma casa se mantenha erguida.
Também pode-se usar o exemplo dos números, se quero começar a conta-los à partir do 5, teremos o 6, 7, 8, e assim por diante, porém, desta forma estaremos deixando de lado os infinitos algarismos anteriores, como, 4, 3, 2 , 1, 0, e até mesmo os números negativos.
E qual seria a essência do primeiro? O que daria origem as sequências? E mais além, até onde as sequências chegam?
Infinito, uma casa em seus fundamentos na terra, com sua origem em minerais, e assim por diante, teria a sua essência sem fim, e a sua progressão também infinita, só é possível por conta desta essência.
Da mesma forma, os algarismos não tem um fim, muito menos um começo, mas sim, uma sequência definida, que só é possível por seu antecessor (5 só é 5 por existir um 4).
Assim sendo, Deus em sua plenitude, é começo e fim (IS. 44:6), Alfa e ômega, o que é o que era, e o que há de vir (AP.1:8), portanto, se buscamos a essência e a excedência do agora (que é tudo o que possuímos) necessariamente buscamos Deus.
Tentando expressar este atributo divino, e sua aplicabilidade no cotidiano de nossas experiências, compomos a música AZUL (cor que carrega a liberdade, grandeza infinitude lembrando mar e céu), que leva o título do nosso primeiro álbum:
Tenho visto coisas sobrenaturais a Cada novo dia que eu vivo
Temo que estas coisas tornem-se normais
E ocupem o lugar do meu sorriso
E se o que real não for o que eu quiser
A vida então será um belo sonho
Tento me apegar a nota que vier
E um novo mundo eu componho
(VERSO 1 – Análise da realidade externa, juntamente com a preocupação pelo resultado)
Sei aonde falho e tento reprimir
As minhas dores que guardo no peito
E assim eu vou seguindo com medo de cair
Pois estou longe de ser perfeito
clamo para o céu pedindo redenção
Das lutas que perdi seguindo o tempo
Pobre coração que não tem solução
O meu conforto vem ao vento
(VERSO 2 – Análise da realidade interna, e preocupação pelo resultado)
Sei que no final nada do que fiz será em vão
Sei que no final valerá a pena
cada despedia, cada choro de partida
cada melodia cada riso de alegria
Estou na contramão sigo para o sul
Se o mundo está escuro vou para o oceano que é azul
(CORO – Em meio ao desconhecido [passado e futuro], encontra-se o significado das ações presentes, na sequência ao ter fé no que Deus [infinito, Azul], já fez, e prometeu fazer)
O primeiro lugar da vida, definirá toda a sua jornada, portanto “se o mundo está escuro”, não se direcione à elementos intrínsecos a ele, priorize o eterno, externo, imutável, vá de encontro ao Azul, priorizando o infinito.
O Bairro Novo
Para escutar o álbum completo, clique aqui.




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